terça-feira, 5 de setembro de 2017

Pense nisso!!!


DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL...

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL I - RECESSÃO

Figura 1: Desenvolvimento sustentável.
 Fonte: Instituto de Formação e Ação em Políticas Sociais.

Por: Anelissa Carinne Dos Santos Silva


A economia global enfrenta uma das piores crises de sua história. A recente recessão econômica mostra que governos e empresas não estão preparados para ameaças externas às suas economias.
A crise faz com que se diminua os empréstimos, pois as instituições não têm garantia de capital. 
Daí, iniciou-se o "círculo vicioso": sem crédito, não há produção, demitem-se os empregados, cai o consumo, o que resulta em nova retração das atividades econômicas. (RATTNER, 2009)
Há a crescente pressão para que haja investimento dos governos e que estes defendam os direitos dos trabalhadores frente às grandes empresas que objetivam o lucro independentemente dos impactos socioambientais.
Rattner (2009) nos lembra os principais impactos gerados por esta busca desenfreada por capital, listados pelo PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente):
Aumento da concentração de gás carbônico na atmosfera; Crescente escassez de água potável; Degradação dos solos; Desmatamento contínuo; Aumento do consumo de bens, os quais geram resíduos tóxicos; Condições de saneamento nulas em muitas regiões; Desigualdade social. As empresas solicitam investimento do poder público, para expandir seu capital e gerar empregos. Mas quem realmente sustenta este desenvolvimento"


Para explicar questões ambientais, não podemos observá-las somente pelo ponto de vista da Ecologia. Faz-se necessário considerar os aspectos políticos, sociais, ecológicos, culturais e outros para que se obtenha uma visão global do problema e das suas alternativas de soluções (DIAS, 2004, p. 07).

Com o aumento dos problemas ambientais, diminui-se a qualidade de vida.
Para alterar este cenário degradante, é necessário construir uma racionalidade social e produtiva que, reconhecendo o limite, como condição de sustentabilidade, funde a produção nos potenciais da natureza e da cultura (LEFF, 2001, p. 28).

REFERÊNCIAS:

DIAS, G. F. Ecopercepção: um resultado didático dos desafios socioambientais. SP: Gaia, 2004.
LEFF, H. Saber Ambiental: sustentabilidade, racionalidade, complexidade, poder. Petrópolis, RJ: Vozes, 2001.
RATTNER, H. Meio ambiente, saúde e desenvolvimento sustentável. Revista Ciências & Saúde Coletiva, vol. 14, no. 06. RJ, Dez 2009.
RIO + 20. Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: <http://www.rio20.gov.br/clientes/rio20/rio20/sobre_a_rio_mais_20/desenvolvimento-sustentavel.html> Acessado em: Out. 2013.

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

ONU realiza concurso universitário de fotografias sobre desenvolvimento sustentável, migração e refúgio

Estão abertas até 30 de agosto as inscrições para um concurso de fotografia da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e também sobre a aceitação de refugiados e migrantes. Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Japão (UNIC Tóquio) e pela Universidade de Sophia, a iniciativa é destinada a estudantes universitários — graduandos e pós-graduandos — ou de escolas técnicas e/ou profissionalizantes do mundo inteiro.
Estão abertas até 30 de agosto as inscrições para um concurso de fotografia da ONU sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e também sobre a aceitação de refugiados e migrantes. Promovido pelo Centro de Informação das Nações Unidas no Japão (UNIC Tóquio) e pela Universidade de Sophia, a iniciativa é destinada a estudantes universitários — graduandos e pós-graduandos — ou de escolas técnicas e/ou profissionalizantes do mundo inteiro.
Participantes estão convidados a escolher um ou mais ODSs e expressar, por meio da fotografia, qual o significado que essas metas têm para eles. Em 2017, a brasileira Jhessica Almeida, de Quixadá, ficou em terceiro lugar na competição — que recebeu 624 inscrições de estudantes de de 47 países. A proposta do concurso é estimular universitários a apresentar a sua visão pessoal do que é o desenvolvimento sustentável.
SDGs Student Photo Contest 2017 (no original, em inglês) conta ainda com a cooperação da agência Getty Images. Dentro do concurso, serão acordadas quatro premiações diferentes — o Grande Prêmio do Ministério das Relações Exteriores do Japão, o Prêmio de Excelência, o Prêmio Especial de Conceito dos ODS e o Prêmio de Reconhecimento — para imagens sobre a Agenda 2030 da ONU.
A competição também fará uma seleção especial para laurear fotografias que abordem os desafios de refugiados e migrantes. Esse prêmio leva o nome da campanha das Nações UnidasTogether (Juntos, em tradução livre), criada para promover o respeito à diversidade trazida pelas pessoas que deixam seus países de origem e se estabelecem em outras nações. Saiba mais sobre a campanha clicando aqui.
Para se inscrever, clique aqui (em inglês).
Acesse o site oficial do concurso de fotografia clicando aqui.
Conheça as obras ganhadoras do concurso no ano passado. Clique aqui.

OSESP APRESENTA “TRISTÃO E ISOLDA: ATO II”

OSESP APRESENTA “TRISTÃO E ISOLDA: ATO II”
COM REGÊNCIA DE SIR RICHARD ARMSTRONG
30 DE AGOSTO A 3 DE SETEMBRO
Sir Richard Armstrong

Rachel Nicholls

Pelo sétimo ano consecutivo, o inglês Sir Richard Armstrong vem à São Paulo para reger a Osesp. O maestro já foi diretor musical da Ópera Nacional de Gales e da Ópera Escocesa, além de já ter sido nomeado regente do ano pela Royal Philarmonic Society (1997). Esteve no comando da Filarmônica de Londres e das Sinfônicas da BBC e de Melbourne. Nesta participação na Temporada Osesp, ele conduzirá o segundo ato da ópera ˜Tristão e Isolda˜, de Richard Wagner. Óperas não são comuns no repertório da Orquestra, dada a configuração do palco da Sala São Paulo. A apresentação será na versão orquestrada e com participação de cinco solistas vocais.

A obra retoma um antigo mito medieval sobre a história do amor proibido entre o cavaleiro Tristão e a princesa Isolda e é marcada pelas características típicas da literatura dos conflitos feudais da Bretanha da época. O compositor usa a técnica de Leitmotiv (*) para fazer com que os detalhes da história sejam integrados às nuances da música. Nas palavras do professor e filósofo Jorge de Almeida, “a música deixa de ser mero acompanhamento e passa a configurar uma narrativa própria, desnudando sentimentos e ideias dos quais nem mesmo as personagens estão conscientes”.

Os solos serão interpretados pelo tenor sueco Lars Cleveman, como Tristão – o cantor tem larga experiência na interpretação de alguns dos principais papéis da ópera romântica, e atuará nesta temporada nas óperas de Dublin, de Gothenburg, no Metropolitan, BBC Proms e em Weimar; a soprano Rachel Nicholls, como Isolda - que cantou recentemente o mesmo papel na Ópera de Roma, na Ópera de Stuttgart e no Théâtre des Champs-Elysées, em Paris, este ultimo sob a regência de Daniele Gatti; pelo baixo Peter Rose, como Mark; a mezzo soprano Katarina Karnéus, como Brangäne; e o barítono - integrante do Coro da Osesp - João Vitor Ladeira, como Melot.

Informações sobre o concerto:
30/8 (qua) e 1/9 (sex), às 21h; 3/9 (dom), às 16h00.
Ingressos: entre R$ 46 e R$ 213
Aposentados, pessoas acima de 60 anos, estudantes e professores da rede pública têm 50% de desconto, mediante comprovação em todas as atividades.

(*) O termo Leitmotiv, que em português pode ser traduzido como “motivo condutor”, consiste em um tema musical que se repete constantemente no decorrer de uma obra com o objetivo de associá-lo a um personagem, objeto ou ideia.
Apesar de nunca ter especificado tal termo, a técnica ficou conhecida através de Richard Wagner que a aplicou de forma sistemática em suas óperas. Posteriormente, o uso do leitmotiv também passou a fazer parte de outras linguagens, como o cinema e telenovelas.
Fonte: Portal da Agência Brasil de Notícias

  
SALA SÃO PAULO | SERVIÇO
Praça Júlio Prestes, 16
Bilheteria: (11) 3223-3966 (Sala São Paulo: 1484 lugares)
Recomendação etária: 7 anos
Ingresso Rápido: (11) 4003-1212; www.ingressorapido.com.br 
Cartões de crédito: Visa, Mastercard, American Express e Diners.
Estacionamento: R$ 28,00 (noturno e sábado à tarde) e R$ 16,00 (sábado e domingo de manhã) | 611 vagas, sendo 20 para portadores de necessidades especiais e 33 para idosos.



Fonte: Alexandre Félix, Isabela Guasco e Diego Santana

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pitadas de Literatura...








MBA UFU FAGEN - #Ainda dá tempo


#Ainda dá tempo

FAÇA JÁ TUA INSCRIÇÃO !!!!

#UFU
#FAGEN

#MBA's

As INSCRIÇÕES para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA) da Universidade Federal de Uberlândia estarão ABERTAS até o dia18/08/2017 (AMANHÃ) !!!

INFORMAÇÕES sobre os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA):

       PÚBLICO:  É Graduado ou já TEM Pós-Graduação (MBA)porém deseja conhecimento noutra área ?
       PÚBLICO Você já TEM Pós-Graduação (MBA) e deseja aprofundarconhecimento?

Já definiu qual modalidade FAZER ? 
FAÇA JÁ sua INSCRIÇÃO no botão abaixo:
MBA - Finanças e Estratégias Empresariais
MBA - Gerenciamento de Projetos
MBA - Gestão da Cadeia de Suprimentos
MBA - Gestão Empresarial
MBA - Gestão Estratégica de Pessoas
MBA - Gestão Pública ( EaD )
MBA - Marketing
PÓS - MBA - Executivo
SAVE THE DATE :  18 / 08 / 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

"A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio". Martin Luther King Jr.


Assista a  propaganda antifascista dos EUA dos anos 1940 que viralizou após confrontos em Charlottesville, em  https://www.youtube.com/watch?v=CUrw2Lkd97M.
Na verdade, trata-se de uma boa representação do que diz a fábula A RATOEIRA.
A RATOEIRA

Um rato olhou pelo buraco na parede e quando viu o que o fazendeiro e sua esposa tiraram de um pacote, ficou aterrorizado: era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
– Tem uma ratoeira na casa! Tem uma ratoeira na casa!!
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
– Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não volte a me incomodar por isso, por favor.
E o porco disse a ele:
– Desculpe-me, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
E a vaca o questionou:
– O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Não me amole.
Naquela noite ouviu-se o barulho do disparo da ratoeira. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha pego na cauda de uma cobra venenosa, tocou na serpente e esta a picou.
Ela foi medicada num hospital, mas voltou para casa com febre. O fazendeiro mandou matar a galinha e fazer uma canja para reanimar sua esposa.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher acabou morrendo e o fazendeiro não podendo arcar de imediato com as despesas do funeral, vendeu a vaca para um frigorífico da região.
MORAL DA HISTÓRIA
Nunca diga que um problema não é seu ou que não o afeta, pois quando há uma “ratoeira na casa” todos correm perigo. 
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“A maior corrupção se acha onde a maior pobreza está ao lado da maior riqueza”. José Bonifácio de Andrada e Silva

Desigualdades... Injustiças... O significado de caminhar sobre espinhos.




Por Alessandra Leles Rocha




Que as desigualdades permeiam o caminho da raça humana, isso ninguém dúvida. Não se trata de sermos diferentes só do ponto de vista biológico. O que agride nessa constatação é justamente a desigualdade construída no âmbito social pelo próprio ser humano. Quando ranqueamos a vida entre os que podem ou não usufrui-la dignamente, entre os que são ou não importantes socialmente, entre os que detêm ou não as riquezas,... Fazemos da desigualdade uma arma de violência e profunda opressão.
Mas, não bastasse à desigualdade, também somos massacrados pelas injustiças. Então, a balança fica deveras desequilibrada. Quando as leis, as normas, os códigos, as doutrinas não conseguem impor seus freios e contrapesos às desigualdades é sinal de que nossa esperança sucumbiu. A quem recorrer se a justiça humana nos falta? Se a venda da imparcialidade do juízo impede a Justiça de agir na justa defesa dos homens, a quem recorrer?
A desigualdade é coisa de gente. Qualquer um, na ótica do próprio umbigo, entende e pratica desigualdades no seu cotidiano afora. Mas, injustiça não. Injustiça tem traço próprio, porque é fundamental entender de justiça para contrariá-la. Por isso, a sensação de desalento, de abandono, de orfandade. A injustiça nos diminui, nos encolhe diante do mundo, demonstrando toda a nossa impotência em ser autossuficiente para socorrer-se frente às mazelas. Para fazer justiça precisamos que outros se unam a nossa causa.
Nesse trilhar de desigualdades e injustiças, então, caminhamos. Enquanto as desigualdades se agigantam diariamente, proliferando legiões e legiões de desvalidos, as injustiças às referendam sem a menor piedade. Veja o caso da menina indiana, de dez anos, grávida por conta de um estupro, que será obrigada a levar a termo a gestação porque a Suprema Corte da Índia negou todas as apelações pelo aborto 1. Veja o caso da tragédia ambiental que se abateu sobre Mariana, MG, cujo processo criminal, que responsabilizaria todos os envolvidos no rompimento da barragem de rejeitos de minério em 2015, foi suspenso pela Justiça Federal de Ponte Nova, MG, em despacho datado de 4 de julho desse ano 2. Basta ver aqui, ali, em qualquer lugar...
Por isso, não é à toa essa sensação de cansaço doente que se abate sobre todos nós. Trata-se de um cansaço de desesperança profunda, quando nos olhamos no espelho e enxergamos, ainda que sem querer, o reflexo dos feitos dessa coletividade humana. Nossos erros. Nossos equívocos. Nossos desvarios. Nossas ambições. Nossas omissões. Cada um tomando a parte que lhe cabe no montante das agruras.
De fato, José Saramago tinha razão quando disse, “Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado de percorrer os caminhos do mundo”; afinal, quem sabe, de uma constatação incessante entre esse joio e trigo, que nos maltrata e nos absorve com tanta veemência, não possa algum dia surgir um fiapo de esperança, de igualdade, de justiça?



sábado, 29 de julho de 2017

Centro da ONU no Brasil promove concurso de vídeos sobre pobreza; inscrições até 8 de agosto

No Dia Internacional Nelson Mandela, lembrado neste 18 de julho, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lança um concurso de vídeos com o tema A luta contra a pobreza é uma questão de justiça. Não é um gesto de caridade. Os três melhores filmes serão divulgados em 1º de setembro e serão exibidos no mesmo mês no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro. Prazo para inscrição é 8 de agosto.
1º Concurso de Vídeo da ONU Nelson Mandela avaliará produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham duração de 4 a 6 minutos. Os filmes serão avaliados por um júri de especialistas segundo seis critérios — roteiro, interpretação (no caso das obras de ficção), qualidade estética, originalidade, diversidade e relação com o tema.
Os diretores dos três melhores filmes selecionados pelos jurados serão convidados a participar da exibição dos vídeos no CCBB, que acontecerá em 21 de setembro, Dia Internacional da Paz. Os participantes deverão conceder o direito de uso do filme para o UNIC, uma vez que os vídeos serão exibidos no evento e também nos canais de comunicação da ONU Brasil.
Para se inscrever, é necessário preencher o formulário de inscrição no link https://goo.gl/forms/WAiG6mEDgwHE3fpN2 e realizar o envio do vídeo em formato mp4, por meio de alguma plataforma de compartilhamento online (confira os detalhes no formulário).

Conheça os jurados

Manoel de Almeida

Serviu às Nações Unidas por 28 anos em vários continentes, atuando principalmente em zonas de conflito e de crise humanitária. Foi chefe do serviço de informação pública da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em Genebra, e porta-voz adjunto do secretário-geral Kofi Annan, na sede da ONU em Nova York, além de trabalhar no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Atualmente, faz consultorias na área de comunicação e coopera voluntária e informalmente com ONGs e indivíduos em comunidades de favelas brasileiras.

Patricia Machado

Patricia Machado é professora da graduação em Cinema da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ), com doutorado sanduíche no Instituto de Cinema e Audiovisual da Universidade de Paris 3 — Sorbonne Nouvelle (bolsa CNPQ). Participa desde 2009 de grupos de pesquisa financiados pelo CNPQ que tratam de questões relativas ao documentário, às imagens de arquivo e às relações entre cinema, memória e história. Publicou artigos, capítulos de livros e participou de congressos nacionais e internacionais sobre os temas. É uma das editoras do blog do Grupo de Trabalho Outros Filmes, da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM).

Rita Brandão

Rita Corrêa Brandão é assistente social, mestre em Políticas Sociais com ampla experiência em trabalhos sociais em favelas e periferias urbanas. Tem experiência em gestão de programas e projetos sociais na área pública, em organizações não governamentais e em empresas privadas, como consultora. É diretora do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), onde também coordenou o programa de Indicadores de Cidadania e atuou nas áreas do direito à cidade, políticas urbanas e desenvolvimento territorial.

Sérgio Rizzo

Jornalista, doutor em Artes/Cinema. É apresentador do canal de TV Arte 1, crítico do jornal O Globo e colaborador da Folha de S. Paulo. Produtor associado da produtora de audiovisual Parece Cinema. É membro dos comitês de seleção do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários, da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Autor dos livros “Cinema e Educação – 200 Filmes sobre a Escola e a Vida”, “Família e Educação – Quatro Olhares” e “Vitória – Ayrton Senna”.

Werner Schünemann

Diretor, roteirista e ator, graduado em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre. Foi presidente da associação de cineastas do Rio Grande do Sul e da FUNDACINE, Fundação Cinema RS. Foi responsável pela organização do terceiro Congresso Brasileiro de Cinema, onde surgiu o projeto de criação da Agência Nacional do Cinema (ANCINE). Em mais de 20 anos de carreira, é parte do elenco fixo da TV Globo. Participou de telenovelas e minisséries, trabalhou em diversos filmes e também atua em teatro. É diretor e roteirista de sete produções.

Fonte: Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil | UNIC Rio


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Aproveite o inverno e reflita!!!

‘O morador de rua não precisa só de comida, precisa de saúde e educação’, diz ativista

A falta de acesso a moradia é um drama crescente em todo o mundo. Neste 20 de fevereiro, que marca o Dia Mundial da Justiça Social, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) aborda o tema com uma reportagem produzida no Rio de Janeiro, onde cerca de 15 mil pessoas vivem sem acesso a moradia, segundo a Prefeitura do Rio.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

"Qualquer coisa é bela se vista de uma forma diferente". Coco Chanel

Olhe por trás do rótulo...


Por Alessandra Leles Rocha


Identificados por números, nomes, apelidos e adjetivos, vez por outra, nada amistosos, assim caminham os seres humanos. Sob a marca de rótulos e mais rótulos os dias passam e fazem a humanidade se esquecer de que por trás deles pulsa um coração.
É certo que somos diferentes, únicos em nossa espécie. No entanto, somos humanos e, como tal, regidos pela razão e pela sensibilidade; assim como, por demandas comuns de sobrevivência. Em nome da nossa aceitação social, buscamos o reconhecimento pelo o que existe de mais profundo em nosso ser. Quando somos medidos, pesados e julgados na periferia de nossa aparência ou, quem sabe, uma primeira impressão, retiram arbitrariamente de nós o direito de sermos quem somos.
Pensemos ou não a respeito, é assim que se constroem o preconceito e a intolerância. Baseando-se no mais absurdo critério de subjetividade, alguém aponta os defeitos (ou raramente possíveis qualidades) em uma pessoa; mas, ao usar esse pretexto inicia-se um rito de inferiorização, menosprezo e invisibilidade do outro. Logo surgem seguidores dessa aclamação sem propósito e o processo ganha vulto incomensurável.
Longe de poder atribuir esse comportamento antissocial aos valores da contemporaneidade, sejamos honestos para admitir que ele sempre esteve presente na humanidade, como um traço deletério de nossa raça. Usamos rótulos para nos distinguir como se quiséssemos de fato nos diferenciar de nossos pares.
Mas, quando observamos a realidade atual percebemos que o uso desse artificio é incapaz de ocultar um desejo de ser exatamente como uns e outros. Por mais cruel e nociva que nossa metralhadora insultante de rótulos possa aparentar, apontamos o que representa o nosso objeto de cobiça. Nesse sentido, então, a tecnologia só fez ampliar as manifestações desse traço.
Por isso, a importância da reflexão sobre esse assunto. Por que os rótulos nos importam mais do que o ser humano em si? Será que estamos tão desprovidos de essência para precisar nos apegar nisso? São tantos rótulos, que temos deixado de perceber que a bondade ainda é maioria; assim como, tantas outras virtudes. Temos nos inebriado pelos encantos da casca, quando a manutenção da vida está na semente que ela esconde.
São tantas trocas de amabilidade meticulosamente estratégica, tanta indiferença proposital, tanta manipulação de resultados, tanta coisa para não se orgulhar... Assim caminha a humanidade. Desconfigurando a verdade, os princípios, a sensatez, a lógica e o bom senso. E se perguntarmos qual a razão de tudo isso, nem ela mesma sabe responder; pois, já se rendeu a uma subserviência bovina que anula qualquer reflexão.
E quanto mais se persegue a aceitação da sociedade, mais rótulos se adquirem na contrapartida dessa realização. Por isso, tanta frustração, tanto ódio destilado, tanta loucura disseminada, tantas atitudes sem explicação. Os rótulos sufocam tanto a nossa essência que ela acaba por sucumbir e nos transformar em massa disforme, sem sinais remotos de que ali algum dia existiu um ser humano.   
Como dizia Coco Chanel, “Não importa o lugar de onde você vem. O que importa é quem você é! E quem você é? Você sabe?”; portanto, não se renda aos rótulos, não se deixe violentar por eles, seja você. Sempre. Em qualquer situação. 

domingo, 2 de julho de 2017

69ª Reunião Anual da SBPC - de 16 a 22 de julho

SBPC Cultura terá mais de 40 atividades no campus Pampulha e em outros espaços da UFMG

Durante a 69ª Reunião Anual da SBPC, que será realizada de 16 a 22 de julho, a UFMG contará com mais de 40 atividades artísticas reunidas na SBPC Cultura. Conheça a programação.
Entre as atrações, estão previstas intervenções artísticas de alunos da Escola de Belas Artes (EBA), cortejo de povos indígenas e guardas de reinado e os shows Canção amiga, homenagem ao Clube da Esquina e Velha Guarda do Samba de BH canta seus grandes sucessos. Também compõem a programação exposições, espetáculos teatrais, oficinas e mesas-redondas.
O evento não se limitará ao campus Pampulha. O Conservatório, o Centro Cultural e o Espaço do Conhecimento UFMG, todos na região centro-sul de Belo Horizonte, também abrigarão atrações da programação.
Tradicionalmente realizada no mês de maio, a 18ª edição da Feira de Artesanato do Vale do Jequitinhonha da UFMG também ocorrerá durante o evento.
As inscrições para a 69ª Reunião Anual da SBPCestão abertas até 10 de julho. Neste ano, a Reunião tem como tema Inovação, diversidade e transformações.