quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Pitadas de Literatura...









MBA UFU FAGEN - #Ainda dá tempo


#Ainda dá tempo

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As INSCRIÇÕES para os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA) da Universidade Federal de Uberlândia estarão ABERTAS até o dia18/08/2017 (AMANHÃ) !!!

INFORMAÇÕES sobre os Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu (MBA):

       PÚBLICO:  É Graduado ou já TEM Pós-Graduação (MBA)porém deseja conhecimento noutra área ?
       PÚBLICO Você já TEM Pós-Graduação (MBA) e deseja aprofundarconhecimento?

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MBA - Finanças e Estratégias Empresariais
MBA - Gerenciamento de Projetos
MBA - Gestão da Cadeia de Suprimentos
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MBA - Gestão Pública ( EaD )
MBA - Marketing
PÓS - MBA - Executivo
SAVE THE DATE :  18 / 08 / 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

"A verdadeira medida de um homem não se vê na forma como se comporta em momentos de conforto e conveniência, mas em como se mantém em tempos de controvérsia e desafio". Martin Luther King Jr.


Assista a  propaganda antifascista dos EUA dos anos 1940 que viralizou após confrontos em Charlottesville, em  https://www.youtube.com/watch?v=CUrw2Lkd97M.
Na verdade, trata-se de uma boa representação do que diz a fábula A RATOEIRA.
A RATOEIRA

Um rato olhou pelo buraco na parede e quando viu o que o fazendeiro e sua esposa tiraram de um pacote, ficou aterrorizado: era uma ratoeira.
Foi para o pátio da fazenda advertindo a todos:
– Tem uma ratoeira na casa! Tem uma ratoeira na casa!!
A galinha, que estava cacarejando e ciscando, levantou a cabeça e disse:
– Desculpe-me, Sr. Rato, eu entendo que é um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não volte a me incomodar por isso, por favor.
E o porco disse a ele:
– Desculpe-me, Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar pelo senhor. Fique tranqüilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
E a vaca o questionou:
– O que senhor Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não! Não me amole.
Naquela noite ouviu-se o barulho do disparo da ratoeira. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira tinha pego na cauda de uma cobra venenosa, tocou na serpente e esta a picou.
Ela foi medicada num hospital, mas voltou para casa com febre. O fazendeiro mandou matar a galinha e fazer uma canja para reanimar sua esposa.
Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher acabou morrendo e o fazendeiro não podendo arcar de imediato com as despesas do funeral, vendeu a vaca para um frigorífico da região.
MORAL DA HISTÓRIA
Nunca diga que um problema não é seu ou que não o afeta, pois quando há uma “ratoeira na casa” todos correm perigo. 
(Autor desconhecido)

segunda-feira, 7 de agosto de 2017

“A maior corrupção se acha onde a maior pobreza está ao lado da maior riqueza”. José Bonifácio de Andrada e Silva

Desigualdades... Injustiças... O significado de caminhar sobre espinhos.




Por Alessandra Leles Rocha




Que as desigualdades permeiam o caminho da raça humana, isso ninguém dúvida. Não se trata de sermos diferentes só do ponto de vista biológico. O que agride nessa constatação é justamente a desigualdade construída no âmbito social pelo próprio ser humano. Quando ranqueamos a vida entre os que podem ou não usufrui-la dignamente, entre os que são ou não importantes socialmente, entre os que detêm ou não as riquezas,... Fazemos da desigualdade uma arma de violência e profunda opressão.
Mas, não bastasse à desigualdade, também somos massacrados pelas injustiças. Então, a balança fica deveras desequilibrada. Quando as leis, as normas, os códigos, as doutrinas não conseguem impor seus freios e contrapesos às desigualdades é sinal de que nossa esperança sucumbiu. A quem recorrer se a justiça humana nos falta? Se a venda da imparcialidade do juízo impede a Justiça de agir na justa defesa dos homens, a quem recorrer?
A desigualdade é coisa de gente. Qualquer um, na ótica do próprio umbigo, entende e pratica desigualdades no seu cotidiano afora. Mas, injustiça não. Injustiça tem traço próprio, porque é fundamental entender de justiça para contrariá-la. Por isso, a sensação de desalento, de abandono, de orfandade. A injustiça nos diminui, nos encolhe diante do mundo, demonstrando toda a nossa impotência em ser autossuficiente para socorrer-se frente às mazelas. Para fazer justiça precisamos que outros se unam a nossa causa.
Nesse trilhar de desigualdades e injustiças, então, caminhamos. Enquanto as desigualdades se agigantam diariamente, proliferando legiões e legiões de desvalidos, as injustiças às referendam sem a menor piedade. Veja o caso da menina indiana, de dez anos, grávida por conta de um estupro, que será obrigada a levar a termo a gestação porque a Suprema Corte da Índia negou todas as apelações pelo aborto 1. Veja o caso da tragédia ambiental que se abateu sobre Mariana, MG, cujo processo criminal, que responsabilizaria todos os envolvidos no rompimento da barragem de rejeitos de minério em 2015, foi suspenso pela Justiça Federal de Ponte Nova, MG, em despacho datado de 4 de julho desse ano 2. Basta ver aqui, ali, em qualquer lugar...
Por isso, não é à toa essa sensação de cansaço doente que se abate sobre todos nós. Trata-se de um cansaço de desesperança profunda, quando nos olhamos no espelho e enxergamos, ainda que sem querer, o reflexo dos feitos dessa coletividade humana. Nossos erros. Nossos equívocos. Nossos desvarios. Nossas ambições. Nossas omissões. Cada um tomando a parte que lhe cabe no montante das agruras.
De fato, José Saramago tinha razão quando disse, “Mesmo que a rota da minha vida me conduza a uma estrela, nem por isso fui dispensado de percorrer os caminhos do mundo”; afinal, quem sabe, de uma constatação incessante entre esse joio e trigo, que nos maltrata e nos absorve com tanta veemência, não possa algum dia surgir um fiapo de esperança, de igualdade, de justiça?



sábado, 29 de julho de 2017

Centro da ONU no Brasil promove concurso de vídeos sobre pobreza; inscrições até 8 de agosto

No Dia Internacional Nelson Mandela, lembrado neste 18 de julho, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) lança um concurso de vídeos com o tema A luta contra a pobreza é uma questão de justiça. Não é um gesto de caridade. Os três melhores filmes serão divulgados em 1º de setembro e serão exibidos no mesmo mês no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), no Rio de Janeiro. Prazo para inscrição é 8 de agosto.
1º Concurso de Vídeo da ONU Nelson Mandela avaliará produções audiovisuais de ficção ou documentário que tenham duração de 4 a 6 minutos. Os filmes serão avaliados por um júri de especialistas segundo seis critérios — roteiro, interpretação (no caso das obras de ficção), qualidade estética, originalidade, diversidade e relação com o tema.
Os diretores dos três melhores filmes selecionados pelos jurados serão convidados a participar da exibição dos vídeos no CCBB, que acontecerá em 21 de setembro, Dia Internacional da Paz. Os participantes deverão conceder o direito de uso do filme para o UNIC, uma vez que os vídeos serão exibidos no evento e também nos canais de comunicação da ONU Brasil.
Para se inscrever, é necessário preencher o formulário de inscrição no link https://goo.gl/forms/WAiG6mEDgwHE3fpN2 e realizar o envio do vídeo em formato mp4, por meio de alguma plataforma de compartilhamento online (confira os detalhes no formulário).

Conheça os jurados

Manoel de Almeida

Serviu às Nações Unidas por 28 anos em vários continentes, atuando principalmente em zonas de conflito e de crise humanitária. Foi chefe do serviço de informação pública da Agência da ONU para Refugiados (ACNUR), em Genebra, e porta-voz adjunto do secretário-geral Kofi Annan, na sede da ONU em Nova York, além de trabalhar no Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio). Atualmente, faz consultorias na área de comunicação e coopera voluntária e informalmente com ONGs e indivíduos em comunidades de favelas brasileiras.

Patricia Machado

Patricia Machado é professora da graduação em Cinema da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio). Doutora em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO-UFRJ), com doutorado sanduíche no Instituto de Cinema e Audiovisual da Universidade de Paris 3 — Sorbonne Nouvelle (bolsa CNPQ). Participa desde 2009 de grupos de pesquisa financiados pelo CNPQ que tratam de questões relativas ao documentário, às imagens de arquivo e às relações entre cinema, memória e história. Publicou artigos, capítulos de livros e participou de congressos nacionais e internacionais sobre os temas. É uma das editoras do blog do Grupo de Trabalho Outros Filmes, da Associação de Investigadores da Imagem em Movimento (AIM).

Rita Brandão

Rita Corrêa Brandão é assistente social, mestre em Políticas Sociais com ampla experiência em trabalhos sociais em favelas e periferias urbanas. Tem experiência em gestão de programas e projetos sociais na área pública, em organizações não governamentais e em empresas privadas, como consultora. É diretora do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE), onde também coordenou o programa de Indicadores de Cidadania e atuou nas áreas do direito à cidade, políticas urbanas e desenvolvimento territorial.

Sérgio Rizzo

Jornalista, doutor em Artes/Cinema. É apresentador do canal de TV Arte 1, crítico do jornal O Globo e colaborador da Folha de S. Paulo. Produtor associado da produtora de audiovisual Parece Cinema. É membro dos comitês de seleção do É Tudo Verdade — Festival Internacional de Documentários, da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e do Festival Internacional de Curtas-Metragens de São Paulo. Autor dos livros “Cinema e Educação – 200 Filmes sobre a Escola e a Vida”, “Família e Educação – Quatro Olhares” e “Vitória – Ayrton Senna”.

Werner Schünemann

Diretor, roteirista e ator, graduado em história pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Um dos fundadores da Casa de Cinema de Porto Alegre. Foi presidente da associação de cineastas do Rio Grande do Sul e da FUNDACINE, Fundação Cinema RS. Foi responsável pela organização do terceiro Congresso Brasileiro de Cinema, onde surgiu o projeto de criação da Agência Nacional do Cinema (ANCINE). Em mais de 20 anos de carreira, é parte do elenco fixo da TV Globo. Participou de telenovelas e minisséries, trabalhou em diversos filmes e também atua em teatro. É diretor e roteirista de sete produções.

Fonte: Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil | UNIC Rio


quarta-feira, 19 de julho de 2017

Aproveite o inverno e reflita!!!

‘O morador de rua não precisa só de comida, precisa de saúde e educação’, diz ativista

A falta de acesso a moradia é um drama crescente em todo o mundo. Neste 20 de fevereiro, que marca o Dia Mundial da Justiça Social, o Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) aborda o tema com uma reportagem produzida no Rio de Janeiro, onde cerca de 15 mil pessoas vivem sem acesso a moradia, segundo a Prefeitura do Rio.

quinta-feira, 6 de julho de 2017

"Qualquer coisa é bela se vista de uma forma diferente". Coco Chanel

Olhe por trás do rótulo...


Por Alessandra Leles Rocha


Identificados por números, nomes, apelidos e adjetivos, vez por outra, nada amistosos, assim caminham os seres humanos. Sob a marca de rótulos e mais rótulos os dias passam e fazem a humanidade se esquecer de que por trás deles pulsa um coração.
É certo que somos diferentes, únicos em nossa espécie. No entanto, somos humanos e, como tal, regidos pela razão e pela sensibilidade; assim como, por demandas comuns de sobrevivência. Em nome da nossa aceitação social, buscamos o reconhecimento pelo o que existe de mais profundo em nosso ser. Quando somos medidos, pesados e julgados na periferia de nossa aparência ou, quem sabe, uma primeira impressão, retiram arbitrariamente de nós o direito de sermos quem somos.
Pensemos ou não a respeito, é assim que se constroem o preconceito e a intolerância. Baseando-se no mais absurdo critério de subjetividade, alguém aponta os defeitos (ou raramente possíveis qualidades) em uma pessoa; mas, ao usar esse pretexto inicia-se um rito de inferiorização, menosprezo e invisibilidade do outro. Logo surgem seguidores dessa aclamação sem propósito e o processo ganha vulto incomensurável.
Longe de poder atribuir esse comportamento antissocial aos valores da contemporaneidade, sejamos honestos para admitir que ele sempre esteve presente na humanidade, como um traço deletério de nossa raça. Usamos rótulos para nos distinguir como se quiséssemos de fato nos diferenciar de nossos pares.
Mas, quando observamos a realidade atual percebemos que o uso desse artificio é incapaz de ocultar um desejo de ser exatamente como uns e outros. Por mais cruel e nociva que nossa metralhadora insultante de rótulos possa aparentar, apontamos o que representa o nosso objeto de cobiça. Nesse sentido, então, a tecnologia só fez ampliar as manifestações desse traço.
Por isso, a importância da reflexão sobre esse assunto. Por que os rótulos nos importam mais do que o ser humano em si? Será que estamos tão desprovidos de essência para precisar nos apegar nisso? São tantos rótulos, que temos deixado de perceber que a bondade ainda é maioria; assim como, tantas outras virtudes. Temos nos inebriado pelos encantos da casca, quando a manutenção da vida está na semente que ela esconde.
São tantas trocas de amabilidade meticulosamente estratégica, tanta indiferença proposital, tanta manipulação de resultados, tanta coisa para não se orgulhar... Assim caminha a humanidade. Desconfigurando a verdade, os princípios, a sensatez, a lógica e o bom senso. E se perguntarmos qual a razão de tudo isso, nem ela mesma sabe responder; pois, já se rendeu a uma subserviência bovina que anula qualquer reflexão.
E quanto mais se persegue a aceitação da sociedade, mais rótulos se adquirem na contrapartida dessa realização. Por isso, tanta frustração, tanto ódio destilado, tanta loucura disseminada, tantas atitudes sem explicação. Os rótulos sufocam tanto a nossa essência que ela acaba por sucumbir e nos transformar em massa disforme, sem sinais remotos de que ali algum dia existiu um ser humano.   
Como dizia Coco Chanel, “Não importa o lugar de onde você vem. O que importa é quem você é! E quem você é? Você sabe?”; portanto, não se renda aos rótulos, não se deixe violentar por eles, seja você. Sempre. Em qualquer situação.